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A epidemia de chikungunya e seus graves problemas

29 junho de 2018

Levantamento realizado pelo Ministério da Saúde mostra que 22% das cidades brasileiras estão com alto índice de presença do mosquito Aedes aegypti, causador da dengue, zika e chikungunya. O fato aumenta, e muito, o risco de uma epidemia assim que as temperaturas subirem. Os estados de Minas Gerais e Rio de Janeiro já apresentam surto de chikungunya, e totalizam, juntos, desde o início do ano, quase 20 mil casos da doença.

Embora tenhamos visto, nos últimos anos, uma preocupação grande com o contágio em gestantes, os idosos merecem atenção especial já que o risco de complicações é grande. Isso porque o sistema imunológico fica mais frágil ao envelhecermos. Se contrairmos um vírus, como da dengue e chikungunya, nosso organismo vai ficar debilitado, abrindo espaço, por exemplo, para bactérias oportunistas que podem migrar das vias respiratórias para os pulmões, causando uma pneumonia.

Dor de cabeça, náuseas, febre e dores pelo corpo são os principais sintomas das temidas dengue, zika e chikungunya. Confira outras características:

Dengue – Febre acima dos 38º por mais de cinco dias, dores intensas atrás dos olhos e na cabeça, cansaço, fortes dores nos músculos, falta de apetite e manchas vermelhas na pele. Sua forma mais grave, a dengue hemorrágica, pode provocar sangramentos na boca, gengivas e nariz, dificuldade de respirar, além de dores abdominais, confusão mental, boca seca e sede constante.

Zika – Temida pelas grávidas por causa da microcefalia, tem como sintomas mais característicos dor de cabeça moderada, coceira intensa pelo corpo, manchas vermelhas na pele, dor nos ossos e músculos e crescimento exagerado dos gânglios. Ainda pode vir acompanhada de uma conjuntivite.

Chikungunya – Com sintomas bastante similares, a chikungunya também provoca náuseas e inchaços nas articulações das pessoas infectadas. E justamente por conta desse inchaço, as dores costumam ser mais intensas, principalmente nas mãos e pés.

Tratamento

Para se recuperar destas doenças é preciso muito repouso e caprichar na hidratação. Além de água, tome bastante suco de frutas, chás, água de côco, sopas e gelatina. Mantenha uma alimentação leve, procure atendimento médico assim que surgirem os primeiros sintomas e retorne sempre que o quadro piorar.

Prevenção

A melhor maneira de se prevenir é evitando a proliferação do mosquito Aedes aegypti. Faça uma vistoria na casa e elimine todos os possíveis criadouros que são locais que possam acumular água limpa e parada. Pneus, pratinhos de plantas, garrafas vazias e pneus velhos precisam ser checados. Mantenha, ainda, as caixas d’água sempre tampadas e limpe as calhas regularmente.