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Sabia que a dengue hemorrágica mudou de nome? Confira também os principais sintomas!

07 janeiro de 2019

Desde 2014, seguindo a classificação da Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil passou a chamar a dengue hemorrágica de “dengue grave”. A mudança ocorreu porque anteriormente, para ser considerada grave, a dengue tinha de ter hemorragia no diagnóstico, o que não é necessariamente verdade. Há outros casos mais graves que passavam despercebidos e que não tinham sintomas como hemorragia.

Mudando de nome ou não, esse tipo de dengue é o mais perigoso e acontece quando a pessoa infectada com o vírus tem alterações na coagulação sanguínea. De forma geral, a dengue é causada por infecção do vírus transmitido pela picada do mosquito Aedes aegypti, inseto que se prolifera em locais onde há água parada. Portanto, o verão chuvoso é o período em que são registrados mais casos da doença, que possui quatro tipos: os soropositivos 1, 2, 3 e 4. Porém, quando uma pessoa tem dengue, automaticamente, ela adquire imunidade contra outro soropositivo.

A dengue hemorrágica começa com os mesmos sintomas da dengue clássica (febre alta, dor forte atrás dos olhos, dores musculares e na cabeça, além de manchas vermelhas no corpo e mal-estar). No entanto, a febre diminui ou para depois do terceiro ou quarto dia, e aí começam a surgir hemorragias por conta do sangramento de pequenos vasos na pele e em órgãos internos. Além disso, outros sinais de alerta também aparecem. Confira 10 deles:

  • Dores abdominais fortes e contínuas
  • Vômitos persistentes
  • Pele pálida, fria e úmida
  • Sangramento pelo nariz, boca e gengivas
  • Manchas vermelhas na pele
  • Comportamento variando da sonolência à agitação
  • Confusão mental
  • Sede excessiva e boca seca
  • Dificuldade respiratória
  • Queda da pressão arterial
  • Estado de choque

O agravamento da doença é marcado por baixa circulação sanguínea, que pode levar a pessoa a um estado de choque. A chamada síndrome de choque da dengue, se não tratada, pode avançar para óbito em até 24 h. Quando o paciente chega a esse estado, o que não costuma acontecer com frequência, alguns sinais ficam evidentes como:

  • Palidez
  • Comportamento que pode variar da sonolência à agitação
  • Perda de consciência
  • Pulso rápido e fraco
  • Suor excessivo e mudança de temperatura
  • Dor abdominal persistente e muito forte